No SWU, Emicida faz um passeio pela história do rap brasileiro


Rapper reverencia o passado na primeira apresentação do palco principal do evento.
Emicida homenageia e reverencia o passado, mas aponta para o futuro.
Por: Thiago Ney

Com o palco decorado apenas por um enorme pano branco e acompanhado (apenas também) por um DJ, Emicida comandou uma multidão no palco principal do SWU neste sábado.

O primeiro show do espaço começou pontualmente às 15h. Por 45 minutos, Emcida fez uma espécie de passeio pela história do rap brasileiro – e se deu bem. Cantou Racionais, Xis, Thaíde e DJ Hum, Sabotage. Fez citações a Marcelo D2 e, ainda, a Jorge Ben. Puxa o coro: “Eu só quero ser feliz, andar tranquilamente na favela onde eu nasci”.

Como um autêntico mestre de cerimônias, rege o público com gestos e com a levada de sua voz.
“E M I C I D A”, grita, letra a letra. A multidão repete, com força.

Termina a apresentação com “Triunfo”, potente faixa dele próprio. Emicida homenageia e reverencia o passado, mas aponta para o futuro.
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