Crack e a liberdade


O juiz pode declarar o dependente incapaz e determinar a internação

Caio Boson
Advogado e sócio da Boson & Associados


Assunto que finalmente ganha destaque na mídia são as cracolândias. Emergem o choque visual dos maltrapilhos, entregues ao frenesi do consumo e depressão em ruas cobertas de sujeira e dejetos, e o debate acerca do que se convencionou chamar de internação compulsória: agentes públicos adentrariam nesse gueto dos desesperados e os conduziriam, à força, a tratamento. Segundo estudo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), estado onde se concentra o maior número desses guetos, 30% dos dependentes de crack morrem antes de completarem cinco anos de uso.

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